Eu odeio me olhar no espelho.
Me salve.
Caindo, eu estou caindo.
Escuro. Vazio. Preto, a falta de luz, a falta de pigmento.
Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te odeio.
Eu não preciso de você. Eu quero você.
Por que é tão difícil? Merda, eu não consigo decidir.
Diga que me ama, diga isso para si mesmo, diga isso para todos que querem ouvir, por que é a merda da verdade.
Eu vou morrer com vinte e um, em uma poça de sangue. Eu vou correr por todos os caminhos e me acabar no ultimo sopro de vida. Isso parece bom.
Cansei, não vou decepcionar mais ninguém, não vou magoar mis ninguém. Não é justo, só por que eu estou um pouco infeliz eu te fazer infeliz.
Porra. Eu vou falar. Não ligo!
Nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana, nanananana.
Foda-se.
É só isso.
Mais alto, aproxima-se do céu. Mesmo a chuva que cai, por tantas vezes que não posso contar. Ofereça-nos um futuro infinito. Nenhuma luz deixará de refletir.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Lá fora.
Eu não consigo fazer isso ir embora. Tento fazer com que meus pensamentos interruptos congelem no meio de seus olhos.
Todas as coisas que eu deveria ter dito a você.
Toque minhas mãos. Eu vou levar isso pelos dias, após os dias, após os dias.
A vida é curta e eu me sinto pequeno.
Não importa o quanto eu sinta, nada vai apagar esta tristeza acumulada. Quem rasgou meu coração com tanto ódio?
Me perdoem por todos os meus pecados. Todas as coisas que eu disse.
Eu nunca quis machucar você, eu só fiz o que eu achei que deveria ter feito.
Debaixo das minhas máscaras eu estarei bem, eu acho.
Colocando todos estes sonhos em cima das minhas mãos, se espatifando como gelo. Queimando nos nós dos meus dedos.
Contando os dias.
Mesmo que ninguém mais no mundo entenda, eu não diria em voz alta.
Queria rastejar para fora de toda esta dor, ser tão frágil.
Queria rastejar para fora de toda esta dor, ser tão frágil.
Agora não posso ver minha silhueta no espelho. Dói.
Morrer é tão inebriante. Eu estou tão sozinho.
Será que eu sempre estive tão sozinho?
Quebrando, trêmulo no meio do meu quarto. Em cima do tapete, no ônibus, na janela, em todos os lugares.
Quando olhou para mim, com aquela inexpressividade nos olhos, como se estivesse morta.
Este mundo falso que nos engolfa, o final deste sonho. Na ponta da calçada.
Debaixo, onde você não pode ver, girando, com as mãos ao alto, sorrindo. Quando você estava feliz. Por que você nunca me disse?
Eu esperei que você me procurasse, mas você nunca veio, realmente.
Todas as coisas que você me disse.
Eu desejei que fossem verdades. Quebrar foi meu pior erro.
Você parecia se importar, talvez eu esteja errado afinal de contas.
Não importa o quanto doa, não deixarei que continue, até que meu corpo inflame, ninguém será capaz de apagá-lo.
Finalmente.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Adivinhe.
Confusão...
Solidão, rasgando, engasgado.
Trevas.
Memórias.
Nada pode existir aqui.
O que é isso?
É o seu, olhar frio?
Rasga teu silêncio.
Rasga teu silêncio.
O coração não pode ser negro.
Agora mesmo, pode se levantar para o outro lado desta tristeza.
Ninguém nunca se importou, verdadeiramente.
Dói.
Sozinho, tremendo.
Sim, doçura, sim, docemente.
Eu quero colorir teus dias.
Ninguém pode viver só.
Suas máscaras não me fazem companhia.
Acredite...
Neste mundo, eu vi muita dor surgir.
Amor não é algo fácil de fazer.
Junta covardia e fúria.
Amor é ódio.
Orgulho.
Para que eu estou fazendo isso...?
Eu rezo para que seu novo dia chegue depressa.
Em tuas memórias, quem debilmente vê.
Estes sentimentos continuam colorindo o céu.
Milagre.
O milagre é imensurável.
Eu sei que tenho medo de andar entre essa liberdade ilimitada.
Derrepente eu sinto o tamanho dos dias, e as palavras parecem pequenas entre as minhas mãos e o vento. Mas realmente não importa todas as coisas que saem da minha boca, uma vez que o amanhã ainda não tem cores.
Eu olharei para frente e deixarei o tempo correr, quebrando estas correntes, olhando meu reflexo nas lágrimas que ficaram no chão.
Vai doer quando eu pisar dentro do lugar intocável, e as lágrimas irão cair, mas eu continuarei a seguir em frente.
Este sorriso irá se esticar pelo céu azul, e um novo mundo começa, eu serei sempre verdadeira.
Dentro do sonho eu rasgarei esta escuridão e irei para as estrelas, onde encontrarei meus desejos, e verei meu reflexo dentro deles. Eu agarrarei o milagre de ter encontrado uma resposta, e seguirei em frente.
Eu sei que tenho medo de andar entre essa liberdade ilimitada.
Derrepente eu sinto o tamanho dos dias, e as palavras parecem pequenas entre as minhas mãos e o vento. Mas realmente não importa todas as coisas que saem da minha boca, uma vez que o amanhã ainda não tem cores.
Eu olharei para frente e deixarei o tempo correr, quebrando estas correntes, olhando meu reflexo nas lágrimas que ficaram no chão.
Vai doer quando eu pisar dentro do lugar intocável, e as lágrimas irão cair, mas eu continuarei a seguir em frente.
Este sorriso irá se esticar pelo céu azul, e um novo mundo começa, eu serei sempre verdadeira.
Dentro do sonho eu rasgarei esta escuridão e irei para as estrelas, onde encontrarei meus desejos, e verei meu reflexo dentro deles. Eu agarrarei o milagre de ter encontrado uma resposta, e seguirei em frente.
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Corredor.
Vidro. Vazio.
Olhos.
Olhos.
Não sinto nada.
Sugando tudo.
Boca entreaberta.
Tudo é escuro.
Preto, preto, preto.
Você tem razão.
Eu me deprimo tão facilmente.
Desculpe.
sábado, 24 de julho de 2010
Sangue.
Olhando o azul, tingindo tudo de branco.
Pequenas gotas de chuva, caindo entre meus olhos. De um lado para o outro, o vento suspira. Levando as estações, sem motivos, eu derrubei uma lágrima.
Não há nada que me toque, com estes braços abertos, olhando para o infinito.
Vida. Estrada rachada, vítima.
Minha dor é carregada por estes olhos. Tudo por que não consigo retornar.
A consciência é levada de mim, presa em brumas. Se este desejo pode ser realizado antes que eu morra.
Promessa gravada em sangue.
Não esqueça do calor dos abraços.
Quero cair em um sono profundo, antes de poder esquecer esta voz. Que ouvi a ultima vez.
Eu troquei beijos frios.
Todos os meus pensamentos são?
Todos estes sentimentos são?
Suspensa por uma luz.
Eu continuei a olhar o céu. Afundei em um mar carmesim.
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